
⌂ Home » Casos Reais » Deteção e Reparação de Fuga nos Bicos Injetores de Piscina com Resina Epóxi

Foi realizada uma inspeção técnica à piscina com o objetivo de determinar a existência e localização de possíveis perdas de água nos elementos submersos e componentes do circuito hidráulico.
Durante a intervenção foram verificados o fundo e as laterais da piscina, o ralo, a zona de aspiração, as barras de proteção e os diferentes bicos de injeção. A inspeção permitiu excluir estes primeiros elementos como origem da perda, uma vez que não apresentavam manifestações evidentes de fuga ou deslocações anómalas de água.
Nos dois últimos bicos de injeção situados no lado direito da piscina, porém, verificou-se um comportamento anómalo do líquido traçador, que era deslocado para o interior da zona de ligação dos componentes. O ensaio confirmou assim a existência de fugas localizadas nos bicos 4 e 5.
Para a deteção de fugas em piscinas foram utilizados métodos de inspeção não destrutivos, combinando mergulho técnico, inspeção visual subaquática e aplicação de líquido traçador.
O técnico verificou individualmente os componentes da piscina e aplicou o traçador junto aos diferentes pontos hidráulicos. Este procedimento permitiu observar o comportamento da água e identificar eventuais movimentos do fluido provocados por perdas de estanquidade. Nos bicos 4 e 5, o arrastamento do líquido para a zona das ligações permitiu confirmar a presença das fugas sem necessidade de recorrer a intervenções destrutivas.
Na fase de reparação foi também utilizada vídeo-inspeção para avaliar as condições interiores da tubagem, controlar a cobertura durante a aplicação da resina e verificar posteriormente a qualidade e continuidade do revestimento.
A fuga foi localizada nos bicos de injeção 4 e 5, correspondentes aos dois últimos bicos situados no lado direito da piscina. O ensaio com líquido traçador evidenciou perda de água na zona de ligação destes componentes, enquanto os restantes elementos avaliados não apresentaram indícios semelhantes.
No âmbito do serviço de deteção e reparação de fugas em piscinas em São João da Madeira, a análise posterior através de vídeo-inspeção identificou também uma anomalia numa das conexões do tubo que interliga os bicos injetores 4 e 5.
A localização precisa das zonas afetadas permitiu direcionar a intervenção para o troço de interligação e para as tubagens associadas aos dois bicos, preservando o restante circuito hidráulico da piscina.
Após a identificação das anomalias, foi realizada a reabilitação interior do troço de tubagem que interliga os bicos injetores 4 e 5 e das respetivas tubagens associadas.
O processo começou com uma vídeo-inspeção inicial, seguida da limpeza técnica e secagem das superfícies interiores. Depois da preparação da tubagem, foi aplicada uma primeira demão de resina e cumprido o respetivo período de cura. Uma vídeo-inspeção intermédia permitiu controlar a qualidade e a cobertura obtida, tendo sido considerada necessária uma segunda demão para reforçar a continuidade do revestimento e garantir a estanquidade.
Após a cura final, uma nova vídeo-inspeção confirmou a distribuição uniforme da resina, com continuidade, aderência e cobertura adequadas. As juntas e zonas de conexão ficaram devidamente seladas e as tubagens associadas aos bicos injetores foram igualmente abrangidas pela intervenção.
O controlo final confirmou que o troço intervencionado e as respetivas conexões apresentavam condições adequadas de estanquidade e funcionamento, ficando concluída a reabilitação do circuito afetado.
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