
⌂ Home » Casos Reais » Deteção e Reparação de Fuga de Água em Cascais

A habitação apresentava uma fuga de água numa tubagem pressurizada da rede de abastecimento exterior. A perda ocorria no circuito compreendido entre uma torneira exterior e o chuveiro, numa zona próxima da área técnica da piscina.
Após o acesso à canalização, verificou-se que a origem da fuga era uma perfuração mecânica provocada pela inserção direta de um elemento metálico no tubo. Esta perfuração originou uma fenda no material, permitindo a saída de água quando a instalação se encontrava pressurizada.
Para investigar a origem da perda de água, a TecFuga começou por inspecionar as zonas acessíveis e os pontos associados ao circuito. Em seguida, foi utilizado gás traçador, injetado na canalização e monitorizado através de equipamento específico ao longo do percurso provável da tubagem.
Este método de deteção de fugas de água permitiu identificar alterações na concentração do gás e delimitar o troço suspeito sem necessidade de abrir previamente pavimentos ou paredes. A intervenção incluiu ainda auscultação acústica, utilizada para analisar o ruído característico da fuga e aumentar a precisão do diagnóstico.
A análise realizada com gás traçador identificou uma maior concentração na passagem da canalização entre a torneira exterior e o chuveiro. A auscultação acústica ajudou a precisar a zona de intervenção, junto à passagem do tubo pela parede e próximo de uma coluna de alvenaria.
A localização da fuga de água em Cascais permitiu orientar a posterior abertura diretamente para a área afetada. Foi então realizada uma escavação para alcançar a tubagem, instalada sob a área técnica da piscina, confirmando-se no local o ponto da rotura anteriormente identificado durante o diagnóstico.
Depois de localizada a fuga, foi efetuada uma escavação controlada para expor a canalização afetada. A tubagem encontrava-se a uma profundidade considerável e sob a zona onde estavam instalados equipamentos de bombagem, filtragem e abastecimento da piscina, o que tornava o acesso ao ponto danificado bastante condicionado.
Numa primeira fase, foi tentada a reparação através de uma união metálica com membrana elástica. No entanto, as condições de acesso não permitiam efetuar um aperto uniforme capaz de assegurar uma vedação fiável. A solução adotada consistiu então no seccionamento e tamponamento do troço afetado, seguido da criação de um bypass, desviando o abastecimento do ponto danificado.
Após a reparação, a instalação foi novamente pressurizada e não foram observadas manifestações de fuga na zona intervencionada. O abastecimento da habitação e dos restantes pontos exteriores ficou operacional, permanecendo isolado apenas o ramal terminal correspondente a uma torneira exterior de serviço.
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